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sábado, 30 de maio de 2009

Corações em Silêncio, Nicholas Sparks


Como no dia 28 foi o dia Internacional do Bombeiro, hoje venho sugerir um livro relacionado com esse tema…


"Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar.

Mas o caso vai aproximar estes seres.

Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até ao fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar.

Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir, e o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que o não deixam manter compromissos de longa duração.

Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afectos."

[Texto retirado da contracapa]

sábado, 23 de maio de 2009

O Álcool




Tendo em conta que no passado dia 19 comemorou-se o dia da Cidadania nas Escolas, hoje (se ainda não conhece) apresento-lhe uma obra intitulada ‘’O Álcool’’.

Este livro, cuja edição esteve ao cargo da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, contém vários textos e ilustrações, sobre o tema “Alcoolismo”, de crianças de escolas de Ponte de Lima.


Acho alguns textos/desenhos particularmente interessantes… se puder, dê uma epreitadela!

sábado, 16 de maio de 2009

Máscara de raposa, Juliet Marillier


Creidh, filha de Eyvind o Pele-de-Lobo , acompanha clandestinamente Thorvald, após este ter descoberto um terrível segredo, numa perigosa viagem em busca do pai, cujo amigo não conheceu, à longínqua ilha do povo dos Facas Longas.
Desconfiado, assustado e governado por um tirano cruel, o povo dos Facas Longas não explica por que Creidhe tem de esconder os seus cabelos louros, ou porque há tão poucas crianças entre eles…
Mas então nasce um bebé, e a terrível verdade sobre a maldição a que o povo dos Facas Longas está sujeito e a única solução possível, é descoberta por Creidhe. Mas há segredos mais profundos nesta luta pela sobrevivência e uma outra maneira – inimaginável – de levantar a maldição. Uma maneira que os recém-chegados descobrem, provavelmente, tarde de mais…
.
Quinhentas e cinquenta e sete páginas de uma aventura épica escrita por Juliet Marillier em Máscara de Raposa.
Pode visitar o blog da Bertrand Editora dedicado a Juliet Marillier aqui.

sábado, 9 de maio de 2009

O Alquimista, Paulo Coelho


Sinopse:
Este livro narra a história de Santiago, um jovem pastor andaluz que abandona a sua terra natal e viaja pelo Norte de África em busca de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egipto. Nesta viagem, conhece uma jovem cigana, um homem que diz ser rei e um alquimista, que o vão ajudar na sua busca. Aquilo que começa por ser uma aventura por locais exóticos para procurar a riqueza material acaba por se transformar numa viagem de descoberta de si próprio e da riqueza da alma humana. O jovem pastor defronta-se com os grandes mistérios que acompanham o Homem desde o começo dos tempos: os sinais de Deus, a Lenda Pessoal que cada um de nós precisa de viver, a misteriosa Alma do Mundo, onde qualquer pessoa pode penetrar se ouvir o próprio coração.

O Alquimista é um clássico dos nossos tempos, um best-seller internacional que firmou a consagração literária de Paulo Coelho como um dos mais prestigiados autores da actualidade.


“De tempos a tempos, surge um livro que muda a vida dos seus leitores para sempre. O Alquimista é um desses clássicos modernos, a par de obras como o Principezinho, de Saint-Exupéry, e Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach.”

sábado, 2 de maio de 2009

Jogo de mãos, Nora Roberts


No início da primeira parte do livro Jogo de mãos aparece uma citação de William Shakespeare:

“ Oh, admirável mundo novo,
Que tais gentes possuis!”
Não podia esta mais de acordo, pois mais de 160 milhões de cópias vendidas em todo o mundo fazem da primeira autora convidada para o Romance Writers of America Hall of Fame, ou seja, Nora Roberts, uma das autoras mais lidas do mundo e uma escritora admirável.

"Com Jogo de Mãos, Nora Roberts revela-nos um mundo glamoroso onde a paixão e o mistério se entrelaçam e nada parece o que é.

Max Nouvelle é o patriarca de uma família de ilusionistas e ladrões de jóias, constituída por Lily - a sua companheira; Roxanne - a sua filha, tão linda quanto casmurra; e Luke - um rapaz que Max acolheu das ruas e que entretanto se transformou num homem muito interessante. No palco fazem números elaborados e, fora dele, assaltos ainda mais refinados.

Durante muitos anos Roxanne e Luke deram-se como cão e gato mas agora, já adultos, descobrem que há entre eles algo que não esperavam.
Mas é então que Luke, receoso que o seu passado manche a sua família adoptiva, é vítima de alguém que quer vingar-se dos Nouvelle. E vão ser precisos alguns anos em fuga antes que ele volte e, juntamente com Roxanne, dê o golpe mais audacioso das suas vidas.

Nora Roberts combina romance, magia, roubo de kóis e vingança para total deleite das fãs."
[texto retirado da contracapa]

sábado, 25 de abril de 2009

A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak

A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak, é uma obra com um título muito apropriado para a semana em que comemorou o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de Abril).
Com um enredo que contraria o que se comemora hoje (35 anos a festejar o 25 de Abril! Viva a Liberdade, viva!), pois a repressão e a Guerra são os assuntos principais deste livro, Zusak escreveu uma história muito peculiar, a começar pelo narrador…

“Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar.

A Morte, narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos. Hans, o pintor acordeonista de olhos de prata, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen, e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou livros, para oferecer à rapariga que roubava livros, sobre as páginas de Mein Kampf recuperadas com tinta branca, ou ainda a história da mulher que convidou Liesel a frequentar a sua biblioteca, enquanto os nazis queimavam livros proibidos em grandes fogueiras.
Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.”
[Texto retirado da contracapa]

sábado, 18 de abril de 2009

O mapa dos ossos, James Rollins


Um grupo de paroquianos é queimado até à morte e as ossadas dos magos bíblicos, os lendários Três Reis, são roubados do relicário de ouro de uma catedral alemã.
Os Estados Unidos enviam a força SIGMA para apurar o que aconteceu e Gray Pierce lidera a equipa de caça de uma fraternidade clandestina de aristocratas alquimistas que remonta à idade média e que procura estabelecer uma nova ordem mundial usando para isso os míticos e valiosos ossos - a corte do Dragão.

No dia Internacional dos Monumentos e Sítios, venho propor a leitura de O Mapa dos Ossos. Uma obra onde James Rollins faz-nos passear desde algumas catedrais góticas europeias aos vestígios das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, unindo a ciência e a religião para vencer uma ameaça nunca vista desde o início de todos os tempos.

Um livro que aconselho a todos aqueles que gostam de acção, aventura, suspense e emoção… pois são mais de quinhentas páginas cheias de surpresas e peripécias que irá viciar o leitor da primeira à última página.

sábado, 4 de abril de 2009

Como água para chocolate, Laura Esquível


Nunca mais me esqueço, andava eu a ler Isabel Alende sugeriram-me Laura Esquível.

Decidi começar pelo seu primeiro romance, Como água para chocolate.

E surpreendi-me, pois cada capítulo começa com uma receita fora do comum (mas segundo dizem, perfeitamente realizável).

Para a mesa e para a cama só uma vez se chama”, assim começa este romance que, através dos amores proibidos de Tita e Pedro, retrata o México rural do princípio do século XX.

Toda a trama narrativa roda em torno da cozinha e de um certo número de elementos culinários. Por isso, para quem gosta de cozinhar, para quem aprecia uma boa refeição, ou simplesmente para quem quer passar um bom tempo mergulhado num mundo de sabores, aconselho esta obra.

sábado, 28 de março de 2009

Livros infanto-juvenis

As férias escolares já começaram, hoje comemora-se o dia Mundial da Juventude e no próximo dia 2 o dia Internacional do livro infantil. Três bons motivos para incentivar a leitura neste período de descanso (pois de pequenino é que se torce o pepino…).
E por isso, eis alguns livros/colecções que mais marcaram a minha infância:

Buffy, a caçadora de vampiros
Christopher Golden
As aventuras de Buffy, uma jovem e destemida caçadora de vampiros que tenta a todo o custo vencer o Mal (com um guarda-roupa invejável!).

Como sobreviver aos melhores anos da nossa vida ou A adolescência de A a Z
Ros Asquith
Um livro que, munido de muito humor, fala do ABC das preocupações dos adolescentes de hoje, uma espécie de dicionário das alegrias, das dores e de todas aquelas coisas de que nunca nos falam e que são aquelas que nos fazem a vida mais difícil – o divórcio dos pais, o sexo, fumar, a droga, o sentido da vida. Se não te queres atormentar, é capaz de valer a pena dares uma olhadela…
[Sinopse retirada da contracapa]

Objectivo golo
Nuno Magalhães Guedes
Uma colecção que faz do futebol um excelente pretexto para descontraídas horas de leitura.
[Sinopse retirada da contracapa]


As aventuras da A.G.U.I.A.
Nuno Vieira Faustino
Uma colecção que gira em torno da agência de detectives A.G.U.I.A, a Associação Geral e Universal de Investigadores Amadores, cujo chefe é Diogo Silveira…

O bando dos quatro
João Aguiar
Carlos, Álvaro, Catarina e Frederico vão enfrentar o inesperado e explorar o desconhecido! Com o bando dos quatro vais andar sempre de mistério em mistério… e com o tio do Carlos e do Álvaro aprenderás sempre alguma coisa…
[Sinopse retirada da contracapa]

Uma aventura
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Cinco amigos, dois cães e muitas aventuras… Já viste na televisão estas histórias, mas nunca leste nenhum livro? Pois bem, está a altura de leres!


Aventuras fantásticas
Steve Jackson e Ian Livingstone
O título fala por si. E milhões de exemplares vendidos em todo o mundo também.
Uma colecção excelente onde podes ler e jogar ao mesmo tempo. E a vantagem é que és sempre tu o herói…

sábado, 21 de março de 2009

A cidade dos deuses selvagens, Isabel Allende

“Ao adoecer a sua mãe, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate, numa expedição da Internacional Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam “a besta”.
Outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos norte-americanos, uma bela médica, um guia brasileiro e a sua surpreendente filha Nadia, com quem Alexandre trava uma amizade especial. Entre as missões da expedição está também a de vacinar os escorregadios índios, conhecidos como “o povo do nevoeiro”.”
[Sinopse retirada da contracapa]

Em A cidade dos deuses selvagens, Isabel Allende explora padrões de cultura, crenças e cerimónias dos nativos da amazónia, tais como os rituais de transição dos rapazes, da infância para a idade adulta, o isolamento dos brancos, a hipótese da poligamia, as cerimónias funerárias, o costume dos homens fumarem para entrarem em transe e poderem estabelecer contacto com os espíritos, as hierarquias entre as tribos, entre outros.
[Retirado daqui]
E, alertando para a desflorestação da Amazónia e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas, como consequência directa da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos, a autora pretende ainda sensibilizar os leitores a oporem-se a estes problemas.

A cidade dos deuses selvagens é uma viagem repleta de perigos, mistérios e espectaculares surpresas, onde o real e o sonho se fundem e transformam-se num só.

A escritora chilena Isabel Allende, utilizando um discurso fluido, ainda que com um vocabulário um tanto rebuscado, escreveu uma obra que agradará, não só ao público juvenil, como aos restantes leitores.

sábado, 14 de março de 2009

O Expresso de Berlim, António Andrade Albuquerque



“Lisboa, Agosto de 1943. Conservando uma difícil neutralidade em tempo de guerra, Portugal é um dos principais centros de espionagem de Alemães e Aliados. João Kessler Albano Martins, então um jovem professor universitário português com uma perigosa ascendência alemã, vê-se de um dia para o outro recrutado para uma missão que tem tanto de suicida como de irrecusável. Atravessando um continente minado pelo sofrimento e dividido pela intriga, atinge o coração da Alemanha nazi, um fosso de víboras de onde todos procuram desesperadamente escapar. Na batalha pela própria sobrevivência e para salvar os seus, Kessler Albano Martins vive uma dramática aventura que poderá mudar o destino da humanidade. E é o Expresso de Berlim - numa viagem imprevisível entre Paris e a capital alemã - que une o presente ao futuro do homem que não olhou a meios para atingir o fim que se propôs alcançar.”
[Descrição da editora]

Em O Expresso de Berlim, António Andrade Albuquerque escreveu uma história de suspense, espionagem, amor e Humanidade. Criou um enredo fascinante, onde todos podem ser bem diferentes do que aparentam.

E no fim... bem no fim somos surpreendidos pelo início de mais uma história. A história do padre Albano Martins, que pode ser lida em O Papa que Nunca Existiu. Não é um fim comum, e mesmo aqui, a terminar a história, o autor mantém o suspense e tudo pode ser o contrário do que aparenta...
(peço desculpa ao autor e aos leitores por não ter colocado mais cedo)

sábado, 7 de março de 2009

Desfigurada, Rania al-Baz



Tendo em conta que amanhã se comemora o Dia Internacional da Mulher, esta semana sugiro uma obra escrita por uma mulher que defende a ideia de que, sem ter de relegar a sua origem e a sua religião, a mulher pode e deve ser tratada como um ser humano.
Um livro chocante e doloroso. Mas verdadeiro.

No dia 24 de Abril de 2004, Rania al-Baz, a primeira jovem mulher saudita a apresentar um programa de televisão, foi brutalmente agredida pelo seu próprio marido. Ficou completamente desfigurada. Treze operações de cirurgias plásticas não passaram de tentativas para recuperar as suas feições.

  • “Não conseguia desviar os olhos daquele autêntico desastre. Daquele rosto delicado que eu tinha, apenas restavam ruínas, uma terra desolada, completamente devastada. Não acreditei numa só palavra que o médico dissera – de certeza que jamais voltaria a recuperar a minha cara; iria ser outra.”

Em Desfigurada, sem nunca condenar o Islão ou a sua terra natal, Rania al-Baz fala-nos do seu calvário, da sua luta, do que sentiu ao ver a sua provação ser difundida pelos meios de comunicação do mundo inteiro. Conta-nos como um crime passional se tornou um assunto de Estado.

Defendendo os direitos da mulher, Rania luta contra uma sociedade tradicional e retrógrada. Em 2005 a mulher saudita não tinha o direito a votar, não tinha livre acesso à carta de condução, não podia obter um bilhete de identidade ou um passaporte sem o acordo do marido ou do pai. É nas últimas páginas de Desfigurada que afirma:
  • “A mulher não é nada, é o homem que domina. Mesmo que nas nossas lendas populares lhe seja concedido o papel mais bonito, na realidade nós não existimos, não somos senão as sombras dos nossos pais, dos nossos irmãos ou dos nossos maridos.”

[Citações retiradas do livro]

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Poesias Dispersas e Inéditas, António Feijó

No dia 4 de Março (já na próxima quarta-feira!) comemora-se o dia do município. Por isso, esta semana, decidi sugerir uma obra de uma das inividualidades que mais contribuiu para o enriquecimento do parimónio cultural do concelho.



Aconselho Poesias Dispersas e Inéditas de António Feijó, onde podemos aprofundar (ainda mais) o conhecimento da obra literária deste grande poeta.



Aqui pode descobrir mais sobre o livro.


O autor dos versos:
Nasci à beira do Rio Lima,
Rio saudoso, todo cristal,
Daí a angùstia que me vitima,
Daí deriva todo o meu mal.

É que nas terras que tenho visto,
Por toda a parte por onde andei,
Nunca achei nada mais imprevisto,
Terra mais linda nunca encontrei.
(parte do hino de Ponte de Lima)
Escreveu ainda outras obras que sugiro, entre as quais:
  • Transfigurações, 1862
  • Líricas e Bucólicas, 1884
  • Cancioneiro Chinês, 1890
  • Ilha dos Amores, 1897
  • Bailatas, 1907
  • Sol de Inverno, 1922
  • Novas Bailatas, 1926

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Cleópatra: rainha do Egipto, Colin Falconer


Em Cleópatra, rainha do Egipto, e na sua prosa arrojada e sensual, Colin Falconer conta-nos a história de uma mulher que, com uma beleza cativante e uma inteligência penetrante, prosperou e triunfou num mundo governado por homens.
Ainda sendo uma adolescente quando herdou o império mais rico do mundo, Cleópatra VII, constantemente em perigo devido a conspirações da corte e traições romanas, viu-se obrigada a fugir de Alexandria e viver no exílio.

No entanto, determinada a recuperar o seu país, a Rainha das Rainhas, num golpe de astúcia, propõe uma aliança com o único homem capaz de assegurar a segurança do Egipto: Júlio César.
A consequência foi um caso amoroso apaixonante que escandalizou Roma e lançou a mais feminina das mulheres no mundo deslumbrante, mas mortal, da intriga imperial e da guerra – um mundo que acabaria por hipnotizar e manipular mesmo depois da morte de César…

  • Em 1845, Théophille Gautier, definiu Cléopatra como: "a mulher mais completa que jamais existiu, a mulher mais feminina e a Rainha mais soberana, uma pessoa a admirar; a quem os poetas não conseguiram acrescentar nada e que os sonhadores encontram sempre no fim dos seus sonhos”.

[Sinopse baseada na contracapa]

[Citação retirada do livro]

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Em nome do amor, Meg Rosoff



Em nome do amor foi a estreia perfeita de Meg Rosoff, e os prémios que recebeu - o Guardian Children´s Fiction Prize de 2004 e o Branford Boase Award de 2005 – são o espelho da qualidade deste romance.

“Daisy, uma jovem de quinze anos, de Nova Iorque, vai passar o Verão a casa da tia e dos primos, numa quinta do interior de Inglaterra. E é na idílica atmosfera rural inglesa, numa espécie de Éden excêntrico, belo e caótico, que Daisy descobre a dor e a alegria dos afectos mais profundos e do primeiro amor.
Mas quando aquele limbo eterno e perfeito prometia estender-se até ao infinito, estala uma guerra de proporções difíceis de imaginar e de consequências devastadoras, que obrigará aquela família a reinventar a sua vida num contexto absolutamente inesperado.
Precocemente confrontados com o lado agridoce da vida, nas suas manifestações mais extremas, Daisy e os primos sofrem um amadurecimento intenso a que não são alheios o amor, a sexualidade nascente, a violência, a aventura, a perda, a alegria e a amizade.”

Uma obra fascinante e intemporal. Certamente, um futuro clássico... A adaptação ao grande ecrã já está garantida.

Aproveite a leitura… e o fim-de-semana mais romântico do ano!
[Sinopse retirada da contracapa]

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Crepúsculo, Stephenie Meyer


Quando Isabella Swan se muda para Forks e conhece o misterioso e cativante Edward Cullen, a sua vida sofre uma mudança emocionante e assustadora. Com a sua pele de porcelana, olhos dourados, voz hipnotizante e dons sobrenaturais, Edward mostra-se tão irresistível como misterioso.
Até ao momento Edward conseguira resguardar a sua identidade vampírica, mas Bella está determinada em desvendar o seu segredo obscuro… Até onde irá Bella? Para onde a levará o seu amor por Edward?

“Em três pontos, eu estava absolutamente segura. Em primeiro lugar, Edward era um vampiro. Em segundo lugar, uma parte dele – e eu não sabia qual era o poder dessa parte – ansiava pelo meu sangue. Por fim, em terceiro lugar, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele.”

(Bella)


O sucesso de Crepúsculo, tornou Stephenie Meyer numa das mais promissoras autoras e a adaptação deste romance é já um enorme êxito cinematográfico.


Profundamente sedutor e extraordinariamente carregado de suspense, criaturas demoníacas, vampiros e lobisomens, Crepúsculo (e os três restantes livros da saga) prenderá os seus leitores até ao virar da última página!



Mais informações:
  • Para os verdadeiros amantes desta história, aconselho a ler também Midnight Sun (versão de Edward dos acontecimentos de Crepúsculo) que se pode descarregar no site da autora (em inglês) os 12 primeiros capítulos (a autora ainda não escreveu mais).
  • Saga Crepúsculo na internet: crepusculo.blogs.sapo.pt e thetwilightsaga.com

sábado, 31 de janeiro de 2009

António Feijó - A Boémia Estudantil e os Primeiros Versos, de Luís Dantas


No ano em que se celebra o 150º aniversário de António Feijó, mais um acto veio realçar esta personalidade excepcional de Ponte de Lima.

Ontem, 30 de Janeiro, Luís Dantas apresentou-nos o seu mais recente livro, António Feijó - A Boémia Estudantil e os Primeiros Versos. Como local para este acontecimento, escolheu a escola que tem como patrono António Feijó e que comemora, também este ano, 25 anos de existência, estou a falar, é claro, da Escola EB 2/3 António Feijó.


Ainda não li o livro, mas de certeza que todos aqueles que admiram o poeta (e que assim prestam contributo a uma pessoa que desde sempre honra Ponte de Lima) apreciarão esta obra!

sábado, 24 de janeiro de 2009

A Ilha, de Victoria Hislop


Sendo quinta-feira, dia 29 de Janeiro, o dia Mundial dos Leprosos, decidi esta semana sugerir A Ilha, de Victoria Hislop.
Este bestseller, fala de amores, de preconceitos, de receios, de dores, dos vários graus da doença e da solidão de todos aqueles que a contraíam.

A ilha de Spinalónga, a maior colónia de leprosos da Grécia de 1903 até 1957, é retratada com todo o pormenor neste livro, sendo referidos pela escritora muitos dos momentos que nela foram vividos pelos leprosos em tempos passados, dando como exemplo a família Petrakis.

O passado de Sofia Petrakis, mãe de Alexis, sempre foi um mistério para a sua família.
Contudo, quando Alexis faz uma viagem às ilhas gregas tenta descobrir um pouco do seu passado. Para isso, leva uma carta da sua mãe para uma amiga dela. E é através dessa carta que Alexis fica a conhecer a história da sua família. Uma família dilacerada pela tragédia, pelo amor e pela guerra…

Segundo o Sunday Express, A Ilha ‘’lembra que o amor e a vida continuam mesmo nas circunstâncias mais extremas’’.
[Sinopse baseada na contracapa do livro]

sábado, 17 de janeiro de 2009

Duas irmãs, um rei


Duas irmãs, um rei, de Philippa Gregory, é um dos romances históricos de leitura compulsiva que se podem encontrar na Biblioteca Municipal.
Narrando traições, amores e desamores, encantos e desencantos, aventuras e desventuras, este livro é já um bestseller e um sucesso cinematográfico.

Maria Bolena com 14 anos está casada na corte inglesa e chama a atenção do homem mais poderoso do reino: Henrique VIII. Deslumbrada, mantém uma relação com o rei.
No entanto, não passa de um pião da sua ambiciosa e calculista família. E, por isso, é forçada a afastar-se para a sua melhor amiga, a eterna rival e, ao mesmo tempo, a sua irmã, Ana Bolena, casar com o primeiro líder da Igreja da Inglaterra.
Toda a família Bolena empenhou-se na luta de Ana para chegar ao trono da Inglaterra. Conspirações e encenações eram válidas para assegurar à amante Ana o lugar no coração do Rei.
Apesar de estar unida pelo sangue, Maria está dividida pelo amor. Mas sabe que tem de abraçar o seu destino e, para isso, desafiar a sua família e o seu rei.

Sem nenhuma dúvida, Gregory vai-nos aproximando daquele que casou seis vezes e que exerceu o poder mais absoluto entre todos os monarcas ingleses…

sábado, 10 de janeiro de 2009

Os Limianos na Grande Guerra, de Luís Dantas

Proponho que todos os sábados venha descobrir a minha sugestão de leitura para a semana, já que, tal como o provérbio de hoje diz, “quem não viaja nem lê só sabe aquilo que vê”.




Do dia 15 até ao dia 19 de Dezembro do ano passado esteve a decorrer, na antiga sede das Feiras Novas, a já anual feira de Natal organizada pela Biblioteca Municipal onde os livros limianos tinham 30% de desconto. Se em 2008 não pude ir, esteja atento em 2009!
Como apoio inteiramente projectos como este, não pude deixar de visitar esta feira. Ainda bem que fui, porque descobri o livro Os Limianos na Grande Guerra, de Luís Dantas.


O autor afirma que esta obra é a sua homenagem aos conterrâneos que participaram na Grande Guerra.

Sem cair no impressionismo, Luís Dantas dá-nos uma perspectiva das dificuldades que a nossa sociedade enfrentava no início do século XX. Descreve parte da 1ª Grande Guerra Mundial (1914-1918) não se focando apenas nos heróis ou nos grandes chefes, mas também nos soldados comuns. Sendo que, aos poucos, a história vai conhecendo alguns dos limianos que entraram no conflito.

Entre outras coisas, retrata também as causas da guerra e os aspectos políticos que circularam à volta dela.
[Aqui pode encontrar um texto sobre a obra]