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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Feiras Novas

“As Festas do Concelho de Ponte de Lima, as tradicionais “Feiras Novas”, foram criadas pelo Rei D. Pedro IV por Provisão de 5 de Maio de 1826. Também chamadas de Festas de Nossa Senhora das Dores, vulgarizou-se a designação popular de Feiras Novas, para as distinguir das feiras quinzenais, às segundas. As feiras velhas têm a duração de um dia apenas e as Feiras Novas de três, festivos. (…)

As Feiras Novas passaram a realizar-se no terceiro fim-de-semana de Setembro, o sábado, domingo e segunda-feira, por acordo celebrado entre a Câmara Municipal e o então Grémio do Comércio de Ponte de Lima. (…)

Com números centenários como a Feira de Gado, a Corrida de Garranos e o bicentenário da festa à Virgem Padroeira Nossa Senhora das Dores, são a alegria de todos no mês de Setembro de cada ano.”

“Pode dizer-se que, com as Feiras Novas de Ponte de Lima, termina o ciclo de Romarias do Alto Minho, nesta sedutora Vila, pérola do Minho, terra de Diogo Bernardes e António Feijó, que no lendário Lima e nessa Ribeira de encantos “terra mais linda não encontrei.” (…)

São as tradicionais Feiras Novas com especial destaque para a tradicional Feira das Trocas. Na sexta à noite temos serenata no escadório das Pereira. No sábado o Cortejo Etnográfico e Artesanal – interessante desfile das gentes da Ribeira Lima, numa demonstração das suas inúmeras actividades e no qual se irão representar todas as freguesias do concelho. No Domingo temos o Cortejo Histórico, formado por quadros alusivos à Historia de Ponte de Lima, o Festival Folclórico que não pode faltar e o típico Fogo do Meio, para terminar no dia 17, segunda – feira, com a Majestosa Procissão de N.ª Sr.ª das Dores.”

Para aproveitar bem as noites das Feiras Novas recomendo o escadório das Pereiras, a Expolima e a Rampinha (por esta mesma ordem), espaços cheios de música e diversão, onde se pode dançar até cair.

“Mas as Feiras Novas são mais que romaria: são festa, feira, estúrdia e arraial.”
[Imagem reirada de https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOwDPKyiKnFTk3rbaoSjIHRtjtnWpgB9qEiYr5LTw-SKNmPH5sCT442vxoQIK8IEGuuM1sbbZxN1qVzxMZ-eY1HaNuSKBaIZY4ATCOzAki_hUI5sl0JRyFHoO6QAG4Jw9cErBtFsMCaARD/s400/ponte_lima_2.jpg]

[Foto retirada de http://farm2.static.flickr.com/1373/694781468_2e097eeb88.jpg?v=0]

Vaca das cordas

Perde-se na bruma imemorial dos mais recuados tempos a tradição lendária da Vaca das Cordas, que ainda hoje se realiza nesta linda vila do Lima, na véspera do Corpo de Deus.

Nos tempos da primitiva Vila, a Igreja da Matriz era um templo pagão dedicado a uma deusa, que era adorada sob a forma de vaca. No entanto, os cristãos fizeram deles esta vila e converteram a Igreja num templo cristão.

Tiraram do nicho a imagem da deusa vaca, prenderam-na com cordas, com ela deram três voltas à Igreja e depois arrastaram-na pelas ruas da Vila, para grande satisfação de todos os habitantes.

Daqui resulta o tradicional costume da “Vaca das Cordas”, apesar de, actualmente, na prática se realizar com um touro.

A Vaca das Cordas sai da casa do Conde de Aurora, segue para a Alameda de S. João e sobe a calçada do Passeio 25 de Abril. A praxe obrigatória decorre no adro da Igreja da Matriz e consiste nas três voltas à Igreja pelo animal bravio.
O touro é depois levado pelo Largo de S. José, passa pelo Largo de Camões e pelo Largo da Feira até ao areal. E quando a vaca começa a cansar-se é levada pelo areal, a beber ao rio. Por fim, quando o sol se põe, o animal recolhe.

Associado à Vaca das Cordas está a brincadeira, trambolhões, correrias, sustos, nódoas negras, tropelia e algazarra.

Esta tradição já foi referida, por Miguel Roque dos Reys Lemos, como “um espectáculo burlesco e brutal…todavia muito apreciado pelos limarenses, que o mantinham e respeitavam como usança venerada e divertimento público gratuito, de que se não queriam privados’’.

Concluindo, se tiveres oportunidade, não deixes de vir à grande festa da Vaca das Cordas, no dia 10 de Junho. O programa é o seguinte:

15:00h - Entrada do Grupo Zés P'reiras e da Bandinha do Castelo que percorrerão as ruas da Vila.

18:30h - Largada da Tradicional Corrida da Vaca das Cordas.

22:00h - Aninamação no largo de Camões, abrilhantada pelo Grupo Musical "Alta Frequência" de Chaves.

E a festa e a animação continuam pela noite fora.....

[Última fotografia retirada de http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://amadeo.blog.com/repository/121723/2067959.jpg&imgrefurl=http://noitadasnalusiada.blog.com/2007/6/8/&usg=__6lnl7c29v9AsZ30BlibN3ZuCOyA=&h=298&w=543&sz=82&hl=pt-PT&start=21&tbnid=ICPMRUqCi88sKM:&tbnh=72&tbnw=132&prev=/images%3Fq%3Dvaca%2Bdas%2Bcordas%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D20]

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Igreja Matriz

A Igreja Matriz foi construída nos séculos XV, XVII, XVIII e XX.

Igreja de fundação medieval, ainda antes da restauração e fortificação da vila, em 1359 por D. Pedro I, alterada por uma ampliação maneirista.
Possui arquitectura religiosa, gótica, maneirista e barroca.

Contém uma nave única concluída em 1446 sob o reinado de D.Afonso V, capela-mor e torre sineira quadrangular concluída em 1449. Para além disso, possui, no interior, lápides tumulares dos fundadores e descendentes.

"Era chamada pelo povo de Igreja Grande ou Igreja Maior, devido às suas avantajadas proporções."
Não posso deixar de referir o Alto-Mor, os vitrais e as imagens que são de inquestionável beleza.

Igreja da Misericórdia

A Igreja da Santa Casa da Misericórdia é uma igreja de planta longitudinal, que possui uma nave única e capela-mor rectangular mais baixa.

A Igreja possui uma integração harmónica no centro da vila, situando-se perpendicularmente frente à Igreja Matriz.

Inicialmente era constituída pela Igreja da Misericórdia e pelo Hospital da Misericórdia. Actualmente possui a Igreja da Misericórdia e o Consistório e a Farmácia, que ocupam as antigas instalações do Hospital da Misericórdia.

Foi construída durante os séculos XVI, XVII e XVIII.
A Misericórdia foi fundada em 1530.
Esta igreja também segue o esquema das misericórdias do século XVII existentes no distrito.

“A virgem sobre o portal representa a Mater Omnium e as duas figuras que o ladeiam, ambas de peregrinos e que viveram da mendicidade, aludem à obra caritativa da misericórdia."

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ponte Romana e Medieval

A ponte que actualmente cruza o rio na vila de Ponte de Lima é constituída por dois troços distintos: um romano, que é mais simples e mais largo, características comuns nas pontes romanas, e um outro medieval, que já possui 2 arcos soterrados devido a arranjos urbanísticos.

A ponte quando ainda se encontrava completa era extremada por duas torres, as quais foram arrasadas entre 1857 e 1858, por alegadas necessidades de tráfego. Porém, a norte ainda subsiste a base de uma das torres que a fortificava.

Enquanto completa, a ponte, representava o único modelo de arquitectura militar do género em Portugal.

Por volta de 1370 concluíram-se as obras de fortificação da vila, nas quais se integra a ponte, mandadas fazer por D. Pedro.Em 1937 é construído um aqueduto pela câmara junto a um dos arcos da ponte.

“Mede 277m de extensão sobre 4m de largura; e tem, além dos que foram aterrados, da parte da vila, 16 arcos grandes e 14 estreitos, estes abertos nos Pegões.”



A parte romana situa-se na margem direita, para lá da Igreja de Santo António da Torre Velha, encontra-se fora do leito actual do rio e não chegou intacta aos nossos dias.

O troço romano foi construído, provavelmente, no século I, sendo iniciado pelo Imperador Augusto, visto que por aqui passava uma das vias militares do antigo "Conventus Bracaraugustanus", que ia de Braga até Tuy.

O troço medieval foi construído no século XIV, era fortificado, flanqueado por 2 torres e enquadrava no sistema defensivo da vila.
O troço medieval da ponte representava para nós um novo protótipo de ponte, imitando outras pontes espanholas existentes no caminho para Santiago.

É uma construção de grande resistência, visto que subsiste há muitos séculos e suportou os embates violentos, peso e força inestimável das águas do Lima, nos períodos de cheias.

Possui chão lajeado e com ralos de escoamento para as gárgulas, de canhão, as quais se dispõem irregularmente.

Actualmente é uma ponte com circulação apenas pedonal.

Solares de Portugal

A sede dos Solares de Portugal situa-se aqui mesmo em Ponte de Lima.
As casas com que esta associação trabalha podem ser divididas em casas rurais, com um ambiente mais rural; em casas antigas ou em casas com herdades, as quais podem incluir, por exemplo, vinhas e jardins; porém podemos ter uma casa antiga com uma herdade.

Em suma, os proprietários dos solares, que estiverem interessados no trabalho da associação, contactam-na, e esta passa à promoção das correspondentes casas. Fica responsável pelas reservas das casas, contactando directamente com os clientes, aos quais fornece informações, do género quais são as casas que têm disponíveis, ou no caso de o cliente já ter alguma casa em mente, informam-no se esta ainda tem vagas e em caso afirmativo passam à reserva.

De uma certa forma, a associação funciona como um intermediário entre os proprietários das casas e os possíveis clientes, tornando-se vantajoso para ambas as partes, pois os proprietários vêm a sua casa com uma promoção a um nível muito superior e para os clientes facilitam-lhes muito a procura, visto que podem ter acesso a uma lista das casas disponíveis, sem terem que andar a ver uma a uma e podem ter acesso a muitas casas, de que outra forma poderiam nem sequer saber da sua existência.

A associação apenas lida com a promoção das casas e das suas respectivas reservas, deixando bem claro que não são uma imobiliária e que nada têm a ver com as compras nem com as vendas das referidas casas.
Solares de Portugal é a marca da Turihab.
Para alugar um quarto duplo, para duas pessoas numa das casas que estejam dentro do projecto, os preços alteram entre os 60 e os 120 euros, com pequeno-almoço incluído. Relativamente aos almoços e aos jantares os proprietários só são obrigados a ter um serviço de almoços e jantares, caso não exista nenhum restaurante num raio de 5 km, contudo a maioria das casas já costuma oferecer este tipo de serviço.

As casas são enormes, belíssimas e incluem geralmente empregados, jardins e piscinas.

A ideia dos Solares de Portugal é puder oferecer aos clientes um ambiente familiar, visto que os próprios proprietários vivem nas instalações, tomam o pequeno-almoço com os turistas e como a maioria já é de uma certa idade, costumam contar aos visitantes o historial da casa, contribuindo ainda mais para o ambiente familiar pretendido.

O turismo é muito importante para os proprietários das casas, pois é com o dinheiro que daí advém que podem pagar a manutenção da casa, dos jardins e pagar aos empregados.
Algumas casas incluem um percurso, que os turistas podem fazer, visitando novos sítios. Estes percursos podem incluir, por exemplo, jardins ou vinhas.

A associação trabalha com solares do país inteiro, contudo a maioria situa-se no norte do país.
Tal como em Portugal, nos outros países da Europa também existem projectos semelhantes com os seus solares. E existe uma associação europeia que engloba as associações dos vários países da Europa.

Deixamos assim aqui uma ideia para um fim-de-semana diferente ou umas férias especiais. ….
Para mais informações visite o site http://www.solaresdeportugal.pt/PT/.

Solar dos Bertiandos

Entre 1430 e 1450 foi, possivelmente, fundada a Casa de Bertiandos por Fernão Pereira, neto de uma irmã do Condestável D’Nuno Álvares.

O arquitecto da obra foi o Merceneiro António Augusto Valente Antunes.
O Solar dos Bertiandos foi construído entre os séculos 16 e 18.
Possui uma avenida e carvalhos que vão desde o solar até ao rio.
Possui uma arquitectura civil, residencial, manuelina e barroca.
“Solar formado por duas alas ou solares independentes entre si mesmo, desenvolvidos à volta de uma torre de fundação anterior, constituindo, no entanto, um conjunto notável pela sua harmonia, ritmo espacial e arquitectónico.”

Contém ainda uma capela com painel de azulejos no lado esquerdo e portal lateral.
A entrada principal faz-se pela fachada lateral.

Dois irmãos zangam-se e cortam relações, mantendo-se a partir daí separada a administração dos vínculos, por este motivo é que são construídos dois solares independentes. Muitos anos depois o administrador do 1º vínculo casa com a morgada do 2º vínculo, e deste modo reúne-se de novo o vínculo familiar.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Norton de Matos

José Maria Mendes Ribeiro Norton de Matos foi um general e político português, que nasceu a 23 de Março de 1867, em Ponte de Lima e que morreu a 3 de Janeiro de 1955, também em Ponte de Lima.
Frequentou o colégio em Braga e foi, em 1880, para a Escola Académica, em Lisboa.

Em 1898, partiu para a Índia Portuguesa onde organizou os registos das terras, começando assim a sua carreira na administração colonial, como director dos Serviços de Agrimensura.
Em missão diplomática viajou pela China e Macau.
Norton de Matos foi chefe do estado-maior da 5ª divisão militar, depois da proclamação da República.
Tomou posse como governador-geral de Angola, em 1912, tendo a sua actuação na colónia revelando-se de extrema importância.
Em consequência da nova situação política que se vivia em Portugal, durante a Primeira Guerra Mundial, em 1915, foi demitido do cargo.

Chegou a ocupar o cargo de ministro das colónias.
Em 1917 exilou-se para Londres, acabando mais tarde por regressar à pátria.
Foi promovido a general por distinção e nomeado Alto-comissário da República, em Angola.
Norton de Matos foi delegado português à Conferencia da Paz, em 1919.

Exerceu o posto de embaixador de Portugal em Londres, em 1924.
Em 1929, foi eleito grão-mestre da maçonaria portuguesa.
“Em 1948, participou nas eleições presidenciais de 1949, reivindicando a liberdade de propaganda e uma melhor fiscalização dos votos.”
Recebeu condecorações e publicou obras.

Capela das Pereiras

A Capela das Pereiras encontra-se dentro de um átrio murado em cota elevada e a que se tem acesso através de uma escadaria frontal, de 2 lanços, ou através de uma outra, lateral, com apenas 1 lanço.
O interior da capela encontra-se totalmente despojado e em ruína.
Possui uma arquitectura religiosa, em estilo barroco.
A Capela das Pereiras foi reconstruída no século XIX.
A sua torre sineira encontra-se inacabada.
“ Esta antiga capela foi recentemente transformada em espaço polivalente, destinado à realização de concertos e exposições, tornando-se assim mais um local de desenvolvimento cultural em Ponte de Lima.”

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Torre da Cadeia Velha

A Torre da Cadeia Velha foi, até aos anos 60 do século passado, um espaço de encarceramento, uma prisão.
Depois funcionou para acolhimento do Arquivo Histórico e Municipal.
Situa-se no passeio 25 de Abril em pleno Centro Histórico, sendo muito procurada pelos turistas. Sofreu uma intervenção, que se caracterizou pela instalação de novos pisos, articulando os vários níveis exteriores da muralha e Passeio 25 de Abril.

Em Setembro de 1999 transformou-se num novo espaço de cultura e divulgação turística, passando a dedicar-se a galeria de exposições, lançamento de livros e pequenos colóquios ou conferências.

Possui, na face interna, acesso por escada de pedra.
Ao lado da Torre da Cadeia Velha também podemos apreciar a Porta Nova de arco quebrado, que segundo a tradição foi aberta na muralha para dar acesso ao bairro da judiaria.
Horário de funcionamento: Terça a Domingo das 14 às 17:30 horas.

Torre de S.Paulo

"Havia na cerca da vila, na segunda metade do século XIV, nove casas torres, em que o concelho guardava os equipamentos necessários para a defesa da povoação..."
A Torre de S.Paulo situa-se junto à Rua do Postigo. É de planta quadrada, coberta por terraço e coroada por merlões, possui ainda gárgulas de canhão em cada uma das faces.
Possui, na face virada para o rio, um painel de azulejos referente à Reconquista com datas de 1140-1940. Apresenta ainda a inscrição gótica "Aqui chegou o rio pelo risco", referente às maiores cheias que a vila sofreu.
Ainda possui, no interior, os buracos de apoio ao travejamento que a dividia em andares.
"Desta torre parte troço de muralha, com adarve entre os prédios que de um e do outro lado se lhe adossaram."

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Igreja da Nossa Senhora da Lapa

A Igreja de Nossa Senhora da Lapa é fundação do século XVIII, tendo sido terminada em 1768.
Situa-se no Largo da Lapa e foi erguida à custa de esmolas por devoção de D.Tristão de Meneses da casa da Freiria e do pároco da vila.

Ficou incompleta, prevendo-se que o que existe fosse a Capela mor do templo inicialmente projectado.

“O terreno foi cedido pelo Alcaide- Mor D. Tomaz de Lima que exigiu a colocação das suas armas como padroeiro dela, e que ainda hoje se conservam na fachada principal.”

No interior podemos ainda encontrar a imagem do santo negro S. Benedito que dava o nome à torre medieval da porta do santo.




Museu dos Terceiros

O Museu dos Terceiros é constituído por duas igrejas, a de Santo António dos Frades e a da Ordem Terceira de São Francisco, para além de edifícios anexos.



Situa-se ao longo da Avenida dos Plátanos e foi criado em 1974 com o objectivo de guardar e expor um significativo legado de arte sacra (arte relacionada com o sagrado e com o divino).



É incalculável o valor do recheio do Museu dos Terceiros, pois este possui um enorme património histórico – artístico - religioso, memórias religiosas da vida de um povo.


No Museu dos Terceiros podemos contemplar inúmeras imagens esculpidas, diante das quais no passado se fizeram muitas orações e promessas; relíquias preciosas, tais como objectos de rituais e diversas alfaias; ricos adornos e vestes sagradas.
Podemos ainda apreciar azulejos dos séculos XVI e XVII e pintura dos séculos XVI e XVIII.
Por fim, podemos admirar grandiosos mausoléus, belas capelas tumulares e simples inscrições de tampas sepulcrais, que nos falam de ponte-limenses que ficaram na história.