quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Hipismo
O hipismo é um desporto muito antigo, praticado desde os Jogos Olímpicos Antigos, cujos intervenientes são o homem e o cavalo. 
No entanto, as regras que existem hoje para este desporto foram cridas em 1883, nos Estados Unidos.
No programa de Jogos Olímpicos Modernos, o hipismo já foi incluído nas Olimpíadas de 1912 em Estocolmo.
O hipismo é constituído por várias provas, sendo as praticadas nas Olimpíadas: adestramento e saltos. O adestramento consiste na execução, feita pelo desportista, de uma série de movimentos num determinado espaço de tempo, sendo posteriormente avaliados pelos elementos do júri. Na prova de saltos, o objectivo é que o cavaleiro ultrapasse, juntamente com o seu cavalo, uma série de 12 a 15 obstáculos, no decorrer duma pista de 700 a 900 metros. No final, o jogador que obtiver menor número de pontos é o vencedor.

Em cima referimos as provas mais comuns nas Olimpíadas, contudo, também é importante referir as provas não olímpicas, sendo elas: a prova de longa distância separada por etapas, a prova de ginástica sobre o cavalo (volteio), e a tradicional corrida de cavalos, prova do laço e prova dos três tambores.
Para finalizar, explico que este artigo foi publicado, visto que Ponte de Lima é uma vila onde também se pode praticar este tipo de desporto, mas também porque no próximo mês de Junho teremos à sua disposição a conhecida “Feira do Cavalo”.

No entanto, as regras que existem hoje para este desporto foram cridas em 1883, nos Estados Unidos.
No programa de Jogos Olímpicos Modernos, o hipismo já foi incluído nas Olimpíadas de 1912 em Estocolmo.
O hipismo é constituído por várias provas, sendo as praticadas nas Olimpíadas: adestramento e saltos. O adestramento consiste na execução, feita pelo desportista, de uma série de movimentos num determinado espaço de tempo, sendo posteriormente avaliados pelos elementos do júri. Na prova de saltos, o objectivo é que o cavaleiro ultrapasse, juntamente com o seu cavalo, uma série de 12 a 15 obstáculos, no decorrer duma pista de 700 a 900 metros. No final, o jogador que obtiver menor número de pontos é o vencedor.

Em cima referimos as provas mais comuns nas Olimpíadas, contudo, também é importante referir as provas não olímpicas, sendo elas: a prova de longa distância separada por etapas, a prova de ginástica sobre o cavalo (volteio), e a tradicional corrida de cavalos, prova do laço e prova dos três tambores.
Para finalizar, explico que este artigo foi publicado, visto que Ponte de Lima é uma vila onde também se pode praticar este tipo de desporto, mas também porque no próximo mês de Junho teremos à sua disposição a conhecida “Feira do Cavalo”.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Um Bombeiro Voluntário....
1) Nome: Norberto Luís Abreu Rego
2) Idade: 50 anos
3) Há quanto tempo é bombeiro voluntário?
Quase à 33 anos.
4) Gosta de ser bombeiro voluntário?
Claro!!!
5) Como começou este interesse para se tornar num bombeiro voluntário?
Eu quando era miúdo ouvia tocar a sirene, que não era neste quartel, era num que nós tínhamos lá em baixo; e então eu entusiasmava-me e ia lá para a beira do quartel e sonhava sempre em um dia ser bombeiro, em ajudar a população e essas coisas todas….
6) Para si quais são as vantagens de se ser um bombeiro voluntário?
As vantagens são: ajudar a população, ser solidários com as pessoas e fazermos o melhor possível.
7) E as desvantagens?
A desvantagem é que estamos sujeitos, às vezes, a ficar no meio de um incêndio ou de um acidente, mas graças a Deus nesta cooperação até agora tem corrido tudo bem, não tem havido problemas nenhuns.
8) O número de bombeiros voluntários em Ponte de Lima está a diminuir ou a aumentar?
Eu acho que nem a aumentar nem a diminuir. Aqui na vila acho que está a diminuir, mas a nível de freguesias penso que está a aumentar.
Agora estão a ir mais pessoas para as freguesias do que para a vila, e antigamente era ao contrário.
2) Idade: 50 anos
3) Há quanto tempo é bombeiro voluntário?
Quase à 33 anos.
4) Gosta de ser bombeiro voluntário?
Claro!!!
5) Como começou este interesse para se tornar num bombeiro voluntário?
Eu quando era miúdo ouvia tocar a sirene, que não era neste quartel, era num que nós tínhamos lá em baixo; e então eu entusiasmava-me e ia lá para a beira do quartel e sonhava sempre em um dia ser bombeiro, em ajudar a população e essas coisas todas….
6) Para si quais são as vantagens de se ser um bombeiro voluntário?
As vantagens são: ajudar a população, ser solidários com as pessoas e fazermos o melhor possível.
7) E as desvantagens?
A desvantagem é que estamos sujeitos, às vezes, a ficar no meio de um incêndio ou de um acidente, mas graças a Deus nesta cooperação até agora tem corrido tudo bem, não tem havido problemas nenhuns.
8) O número de bombeiros voluntários em Ponte de Lima está a diminuir ou a aumentar?
Eu acho que nem a aumentar nem a diminuir. Aqui na vila acho que está a diminuir, mas a nível de freguesias penso que está a aumentar.
Agora estão a ir mais pessoas para as freguesias do que para a vila, e antigamente era ao contrário.
9) Houve mais incêndios em 2008 ou em 2007?
A coisa mais ou menos foi igual, mas em 2008 penso que diminuiu um bocadinho.
10) Quais são as suas estimativas para o verão de 2009?
São boas, agora com estes carros amarelos florestais, acho que se têm tomado mais precauções, que tem havido mais responsabilidade e as pessoas estão muito mais atentas aos incêndios.
11) Considera que o concelho de Ponte de Lima tomou as medidas necessárias para combater os incêndios florestais?
De uma maneira geral, penso que sim. E então com estes novos carros florestais, acho que está melhor preparado.
12) O que pensa que poderia ser feito para garantir mais segurança à população?
Penso que devia haver mais brigadas florestais e acho que a câmara ou o serviço nacional de ambuleira devia ter mais vigilância nas florestas.
13) Qual é a mensagem que quer deixar aos nossos cibernautas?
Quero pedir que as pessoas sejam mais cuidadosas.
Quando forem fazer piqueniques devem fazer as fogueiras em zonas abertas e não em zonas de floresta, devem meter umas pedrinhas à volta da fogueira, ter ali um bocadito de água e, claro ir controlando a fogueira. Peço também às pessoas que fumam que não deitem os cigarros para o chão e, de uma forma geral, que as pessoas tenham mais responsabilidade naquilo que estão a fazer.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ponte Romana e Medieval
A ponte que actualmente cruza o rio na vila de Ponte de Lima é constituída por dois troços distintos: um romano, que é mais simples e mais largo, características comuns nas pontes romanas, e um outro medieval, que já possui 2 arcos soterrados devido a arranjos urbanísticos. A ponte quando ainda se encontrava completa era extremada por duas torres, as quais foram arrasadas entre 1857 e 1858, por alegadas necessidades de tráfego. Porém, a norte ainda subsiste a base de uma das torres que a fortificava.
Enquanto completa, a ponte, representava o único modelo de arquitectura militar do género em Portugal.
Enquanto completa, a ponte, representava o único modelo de arquitectura militar do género em Portugal.
Por volta de 1370 concluíram-se as obras de fortificação da vila, nas quais se integra a ponte, mandadas fazer por D. Pedro.Em 1937 é construído um aqueduto pela câmara junto a um dos arcos da ponte.
“Mede 277m de extensão sobre 4m de largura; e tem, além dos que foram aterrados, da parte da vila, 16 arcos grandes e 14 estreitos, estes abertos nos Pegões.”
A parte romana situa-se na margem direita, para lá da Igreja de Santo António da Torre Velha, encontra-se fora do leito actual do rio e não chegou intacta aos nossos dias.
O troço medieval da ponte representava para nós um novo protótipo de ponte, imitando outras pontes espanholas existentes no caminho para Santiago.
Solares de Portugal
As casas com que esta associação trabalha podem ser divididas em casas rurais, com um ambiente mais rural; em casas antigas ou em casas com herdades, as quais podem incluir, por exemplo, vinhas e jardins; porém podemos ter uma casa antiga com uma herdade.
Em suma, os proprietários dos solares, que estiverem interessados no trabalho da associação, contactam-na, e esta passa à promoção das correspondentes casas. Fica responsável pelas reservas das casas, contactando directamente com os clientes, aos quais fornece informações, do género quais são as casas que têm disponíveis, ou no caso de o cliente já ter alguma casa em mente, informam-no se esta ainda tem vagas e em caso afirmativo passam à reserva.
De uma certa forma, a associação funciona como um intermediário entre os proprietários das casas e os possíveis clientes, tornando-se vantajoso para ambas as partes, pois os proprietários vêm a sua casa com uma promoção a um nível muito superior e para os clientes facilitam-lhes muito a procura, visto que podem ter acesso a uma lista das casas disponíveis, sem terem que andar a ver uma a uma e podem ter acesso a muitas casas, de que outra forma poderiam nem sequer saber da sua existência.
A associação apenas lida com a promoção das casas e das suas respectivas reservas, deixando bem claro que não são uma imobiliária e que nada têm a ver com as compras nem com as vendas das referidas casas.
Solares de Portugal é a m
Para alugar um quarto duplo, para duas pessoas numa das casas que estejam dentro do projecto, os preços alteram entre os 60 e os 120 euros, com pequeno-almoço incluído. Relativamente aos almoços e aos jantares os proprietários só são obrigados a ter um serviço de almoços e jantares, caso não exista nenhum restaurante num raio de 5 km, contudo a maioria das casas já costuma oferecer este tipo de serviço.
As casas são enormes, belíssimas e incluem geralmente empregados, jardins e piscinas.
A ideia dos Solares de Portugal é puder oferecer aos clientes um ambiente familiar, visto que os próprios proprietários vivem nas instalações, tomam o pequeno-almoço com os turistas e como a maioria já é de uma certa idade, costumam contar aos visitantes o historial da casa, contribuindo ainda mais para o ambiente familiar pretendido.
O turismo é muito importa
Algumas casas incluem um percurso, que os turistas podem fazer, visitando novos sítios. Estes percursos podem incluir, por exemplo, jardins ou vinhas.
A associação trabalha com solares do país inteiro, contudo a maioria situa-se no norte do país.
Tal como em Portugal, nos outros países da Europa também existem projectos semelhantes com os seus solares. E existe uma associação europeia que engloba as associações dos vários países da Europa.
Deixamos assim aqui uma ideia para um fim-de-semana diferente ou umas férias especiais. ….
Para mais informações visite o site http://www.solaresdeportugal.pt/PT/.
Solar dos Bertiandos
Entre 1430 e 1450 foi, possivelmente, fundada a Casa de Bertiandos por Fernão Pereira, neto de uma irmã do Condestável D’Nuno Álvares.
O arquitecto da obra foi o Merceneiro António Augusto Valente Antunes.
O Solar dos Bertiandos foi construído entre os séculos 16 e 18.
Possui uma avenida e carvalhos que vão desde o solar até ao rio.
Possui uma arquitectura civil, residencial, manuelina e barroca.
“Solar formado por duas alas ou solares independentes entre si mesmo, desenvolvidos à volta de uma torre de fundação anterior, constituindo, no entanto, um conjunto notável pela sua harmonia, ritmo espacial e arquitectónico.”
Contém ainda uma capela com painel de azulejos no lado esquerdo e portal lateral.
A entrada principal faz-se pela fachada lateral.
Dois irmãos zangam-se e cortam relações, mantendo-se a partir daí separada a administração dos vínculos, por este motivo é que são construídos dois solares independentes. Muitos anos depois o administrador do 1º vínculo casa com a morgada do 2º vínculo, e deste modo reúne-se de novo o vínculo familiar.
domingo, 17 de maio de 2009
Sabores. . .
CAVACAS
INGREDIENTES:
Para as cavacas:
- 500 grs de farinha de trigo
- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
- 1 colher de chá (rasa) de sal
- 10 ovos inteiros
- 8 gemas
- 1/2 L de azeite
- 1 cálice de aguardente bagaceira
- 1 limão
Para a cobertura:
- 8 claras
- 500 g de açúcar pilé
COMO PREPARAR:
1.º Peneira-se a farinha com o bicarbonato e o sal para um alguidar.
2.º Faz-se uma cova no meio onde se deitam 2 ovos inteiros e as 8 gemas, o azeite, a aguardente e a raspa da casca do limão.
3.º Batem-se estes ingredientes à mão durante 1 hora (20 minutos na batedeira eléctrica).
4.º Depois juntam-se, um a um, batendo os restantes ovos inteiros.
5.º Esta adição faz-se baseada para se poder observar a textura da massa.
6.º Quando cobrir a mão, a massa está pronta, admitindo-se que não sejam necessários os ovos todos.
7.º Deixa-se a massa repousar cerca de 1 hora, depois do que é deitada às colheradas em tabuleiros ligeiramente untados com azeite e polvilhados com farinha.
8.º As colheradas de massa devem ficar bem distanciadas, porque a massa alastra.
9.º Levam-se as cavacas a cozer em forno bem quente (220º a 250ºC).
10.º Depois de cozidas e frias, as cavacas são cobertas com as claras batidas com o açúcar, devendo esta cobertura estar bem espessa o que se consegue, batendo.À medida que se vão cobrindo com a cobertura, dispõem-se as cavacas sobre caruma e põem-se ao sol a secar.
11.º Evidentemente que esta operação também pode ser feita numa estufa ou forno, desde que a temperatura não seja superior a 50ºC.
INGREDIENTES:
Para as cavacas:
- 500 grs de farinha de trigo
- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
- 1 colher de chá (rasa) de sal
- 10 ovos inteiros
- 8 gemas
- 1/2 L de azeite
- 1 cálice de aguardente bagaceira
- 1 limão
Para a cobertura:
- 8 claras
- 500 g de açúcar pilé
COMO PREPARAR:
1.º Peneira-se a farinha com o bicarbonato e o sal para um alguidar.
2.º Faz-se uma cova no meio onde se deitam 2 ovos inteiros e as 8 gemas, o azeite, a aguardente e a raspa da casca do limão.
3.º Batem-se estes ingredientes à mão durante 1 hora (20 minutos na batedeira eléctrica).
4.º Depois juntam-se, um a um, batendo os restantes ovos inteiros.
5.º Esta adição faz-se baseada para se poder observar a textura da massa.
6.º Quando cobrir a mão, a massa está pronta, admitindo-se que não sejam necessários os ovos todos.
7.º Deixa-se a massa repousar cerca de 1 hora, depois do que é deitada às colheradas em tabuleiros ligeiramente untados com azeite e polvilhados com farinha.
8.º As colheradas de massa devem ficar bem distanciadas, porque a massa alastra.
9.º Levam-se as cavacas a cozer em forno bem quente (220º a 250ºC).
10.º Depois de cozidas e frias, as cavacas são cobertas com as claras batidas com o açúcar, devendo esta cobertura estar bem espessa o que se consegue, batendo.À medida que se vão cobrindo com a cobertura, dispõem-se as cavacas sobre caruma e põem-se ao sol a secar.
11.º Evidentemente que esta operação também pode ser feita numa estufa ou forno, desde que a temperatura não seja superior a 50ºC.
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