terça-feira, 19 de maio de 2009

Olhares

Todos os cursos de água vão dar ao oceano. . .

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ponte Romana e Medieval

A ponte que actualmente cruza o rio na vila de Ponte de Lima é constituída por dois troços distintos: um romano, que é mais simples e mais largo, características comuns nas pontes romanas, e um outro medieval, que já possui 2 arcos soterrados devido a arranjos urbanísticos.

A ponte quando ainda se encontrava completa era extremada por duas torres, as quais foram arrasadas entre 1857 e 1858, por alegadas necessidades de tráfego. Porém, a norte ainda subsiste a base de uma das torres que a fortificava.

Enquanto completa, a ponte, representava o único modelo de arquitectura militar do género em Portugal.

Por volta de 1370 concluíram-se as obras de fortificação da vila, nas quais se integra a ponte, mandadas fazer por D. Pedro.Em 1937 é construído um aqueduto pela câmara junto a um dos arcos da ponte.

“Mede 277m de extensão sobre 4m de largura; e tem, além dos que foram aterrados, da parte da vila, 16 arcos grandes e 14 estreitos, estes abertos nos Pegões.”



A parte romana situa-se na margem direita, para lá da Igreja de Santo António da Torre Velha, encontra-se fora do leito actual do rio e não chegou intacta aos nossos dias.

O troço romano foi construído, provavelmente, no século I, sendo iniciado pelo Imperador Augusto, visto que por aqui passava uma das vias militares do antigo "Conventus Bracaraugustanus", que ia de Braga até Tuy.

O troço medieval foi construído no século XIV, era fortificado, flanqueado por 2 torres e enquadrava no sistema defensivo da vila.
O troço medieval da ponte representava para nós um novo protótipo de ponte, imitando outras pontes espanholas existentes no caminho para Santiago.

É uma construção de grande resistência, visto que subsiste há muitos séculos e suportou os embates violentos, peso e força inestimável das águas do Lima, nos períodos de cheias.

Possui chão lajeado e com ralos de escoamento para as gárgulas, de canhão, as quais se dispõem irregularmente.

Actualmente é uma ponte com circulação apenas pedonal.

Solares de Portugal

A sede dos Solares de Portugal situa-se aqui mesmo em Ponte de Lima.
As casas com que esta associação trabalha podem ser divididas em casas rurais, com um ambiente mais rural; em casas antigas ou em casas com herdades, as quais podem incluir, por exemplo, vinhas e jardins; porém podemos ter uma casa antiga com uma herdade.

Em suma, os proprietários dos solares, que estiverem interessados no trabalho da associação, contactam-na, e esta passa à promoção das correspondentes casas. Fica responsável pelas reservas das casas, contactando directamente com os clientes, aos quais fornece informações, do género quais são as casas que têm disponíveis, ou no caso de o cliente já ter alguma casa em mente, informam-no se esta ainda tem vagas e em caso afirmativo passam à reserva.

De uma certa forma, a associação funciona como um intermediário entre os proprietários das casas e os possíveis clientes, tornando-se vantajoso para ambas as partes, pois os proprietários vêm a sua casa com uma promoção a um nível muito superior e para os clientes facilitam-lhes muito a procura, visto que podem ter acesso a uma lista das casas disponíveis, sem terem que andar a ver uma a uma e podem ter acesso a muitas casas, de que outra forma poderiam nem sequer saber da sua existência.

A associação apenas lida com a promoção das casas e das suas respectivas reservas, deixando bem claro que não são uma imobiliária e que nada têm a ver com as compras nem com as vendas das referidas casas.
Solares de Portugal é a marca da Turihab.
Para alugar um quarto duplo, para duas pessoas numa das casas que estejam dentro do projecto, os preços alteram entre os 60 e os 120 euros, com pequeno-almoço incluído. Relativamente aos almoços e aos jantares os proprietários só são obrigados a ter um serviço de almoços e jantares, caso não exista nenhum restaurante num raio de 5 km, contudo a maioria das casas já costuma oferecer este tipo de serviço.

As casas são enormes, belíssimas e incluem geralmente empregados, jardins e piscinas.

A ideia dos Solares de Portugal é puder oferecer aos clientes um ambiente familiar, visto que os próprios proprietários vivem nas instalações, tomam o pequeno-almoço com os turistas e como a maioria já é de uma certa idade, costumam contar aos visitantes o historial da casa, contribuindo ainda mais para o ambiente familiar pretendido.

O turismo é muito importante para os proprietários das casas, pois é com o dinheiro que daí advém que podem pagar a manutenção da casa, dos jardins e pagar aos empregados.
Algumas casas incluem um percurso, que os turistas podem fazer, visitando novos sítios. Estes percursos podem incluir, por exemplo, jardins ou vinhas.

A associação trabalha com solares do país inteiro, contudo a maioria situa-se no norte do país.
Tal como em Portugal, nos outros países da Europa também existem projectos semelhantes com os seus solares. E existe uma associação europeia que engloba as associações dos vários países da Europa.

Deixamos assim aqui uma ideia para um fim-de-semana diferente ou umas férias especiais. ….
Para mais informações visite o site http://www.solaresdeportugal.pt/PT/.

Solar dos Bertiandos

Entre 1430 e 1450 foi, possivelmente, fundada a Casa de Bertiandos por Fernão Pereira, neto de uma irmã do Condestável D’Nuno Álvares.

O arquitecto da obra foi o Merceneiro António Augusto Valente Antunes.
O Solar dos Bertiandos foi construído entre os séculos 16 e 18.
Possui uma avenida e carvalhos que vão desde o solar até ao rio.
Possui uma arquitectura civil, residencial, manuelina e barroca.
“Solar formado por duas alas ou solares independentes entre si mesmo, desenvolvidos à volta de uma torre de fundação anterior, constituindo, no entanto, um conjunto notável pela sua harmonia, ritmo espacial e arquitectónico.”

Contém ainda uma capela com painel de azulejos no lado esquerdo e portal lateral.
A entrada principal faz-se pela fachada lateral.

Dois irmãos zangam-se e cortam relações, mantendo-se a partir daí separada a administração dos vínculos, por este motivo é que são construídos dois solares independentes. Muitos anos depois o administrador do 1º vínculo casa com a morgada do 2º vínculo, e deste modo reúne-se de novo o vínculo familiar.

O que anda na boca do povo. . .

"Amigo verdadeiro vale mais do que o dinheiro."

Olhares

Espelho de água. . .

domingo, 17 de maio de 2009

Sabores. . .

CAVACAS

INGREDIENTES:

Para as cavacas:

- 500 grs de farinha de trigo
- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
- 1 colher de chá (rasa) de sal
- 10 ovos inteiros
- 8 gemas
- 1/2 L de azeite
- 1 cálice de aguardente bagaceira
- 1 limão

Para a cobertura:

- 8 claras
- 500 g de açúcar pilé

COMO PREPARAR:

1.º Peneira-se a farinha com o bicarbonato e o sal para um alguidar.
2.º Faz-se uma cova no meio onde se deitam 2 ovos inteiros e as 8 gemas, o azeite, a aguardente e a raspa da casca do limão.
3.º Batem-se estes ingredientes à mão durante 1 hora (20 minutos na batedeira eléctrica).
4.º Depois juntam-se, um a um, batendo os restantes ovos inteiros.
5.º Esta adição faz-se baseada para se poder observar a textura da massa.
6.º Quando cobrir a mão, a massa está pronta, admitindo-se que não sejam necessários os ovos todos.
7.º Deixa-se a massa repousar cerca de 1 hora, depois do que é deitada às colheradas em tabuleiros ligeiramente untados com azeite e polvilhados com farinha.
8.º As colheradas de massa devem ficar bem distanciadas, porque a massa alastra.
9.º Levam-se as cavacas a cozer em forno bem quente (220º a 250ºC).
10.º Depois de cozidas e frias, as cavacas são cobertas com as claras batidas com o açúcar, devendo esta cobertura estar bem espessa o que se consegue, batendo.À medida que se vão cobrindo com a cobertura, dispõem-se as cavacas sobre caruma e põem-se ao sol a secar.
11.º Evidentemente que esta operação também pode ser feita numa estufa ou forno, desde que a temperatura não seja superior a 50ºC.

Olhares


O que anda na boca do povo...

"Guarda em moço acharás em velho."

sábado, 16 de maio de 2009

Máscara de raposa, Juliet Marillier


Creidh, filha de Eyvind o Pele-de-Lobo , acompanha clandestinamente Thorvald, após este ter descoberto um terrível segredo, numa perigosa viagem em busca do pai, cujo amigo não conheceu, à longínqua ilha do povo dos Facas Longas.
Desconfiado, assustado e governado por um tirano cruel, o povo dos Facas Longas não explica por que Creidhe tem de esconder os seus cabelos louros, ou porque há tão poucas crianças entre eles…
Mas então nasce um bebé, e a terrível verdade sobre a maldição a que o povo dos Facas Longas está sujeito e a única solução possível, é descoberta por Creidhe. Mas há segredos mais profundos nesta luta pela sobrevivência e uma outra maneira – inimaginável – de levantar a maldição. Uma maneira que os recém-chegados descobrem, provavelmente, tarde de mais…
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Quinhentas e cinquenta e sete páginas de uma aventura épica escrita por Juliet Marillier em Máscara de Raposa.
Pode visitar o blog da Bertrand Editora dedicado a Juliet Marillier aqui.

O que anda na boca do povo...

"Quem dá aos pobres empresta a Deus."

Olhares


sexta-feira, 15 de maio de 2009

O que anda na boca do povo...

"Quem em Maio não merenda, com os mortos se encomenda."

Olhares


Para esta semana...

De 16 a 18:
  • Comemoração do dia Internacional dos Museus


Dia 16:
  • Hóquei patins, no Pavilhão Municipal
  • Festa de N. Sra. das Dores – Bárrio


Dia 17:
  • Banda Sinfónica da GNR – TBD, às 15h00 (Org. MPL)
  • ArtesaLima - Feira de Artesanato, na Avenida dos Plátanos
  • XVI Encontro de Folclore, às 14H30, na Avª dos Plátanos
    . Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondufe
    · Grupo Danças e Cantares de Neiva – Sandiães
    · Grupo Folclórico de Santa Marta de Serdedelo
    · Grupo das Espadeladeiras de Rebordões Souto
    · Rusga Típica da Correlhã
    · Escola Infantil da Rusga Típica da Correlhã


Dia 18:
  • Feira Quinzenal de S. Julião de Freixo


Dia 19:
  • Feira Quinzenal de S. Martinho da Gandra


Dia 20:
  • Cinema: A Invasão dos Dinossauros, na Biblioteca Municipal, às 15h00


Dia 22:
  • Conferência com o Dr. Alexandre Quintanilha – TDB, às 15h00

De 22 a 24:
  • Feira Medieval, no Centro Histórico e Areal