terça-feira, 28 de abril de 2009

Entrevista a uma limiana...

Nome: Maria Araújo
Sexo: Feminino
Idade: 46 anos

1. Vive em Ponte de Lima?
Sim, perto do centro da vila.

2. O que mais gosta em Ponte de Lima?
O que mais gosto em Ponte de Lima é dos espaços verdes e, actualmente, das obras que estão a fazer. Para além disso, da grande oferta de estacionamento.

3. O que menos gosta em Ponte de Lima?
Não gosto dos eventos de Verão serem maioritariamente na Expolima, porque penso que alguns seriam mais interessantes na avenida dos plátanos (festa do vinho verde, dos petiscos, etc.) e acho que o rio, assim como a margem esquerda, devia estar mais aproveitado. Para além disso, considero que o piso da ecovia da margem direita do rio Lima, entre o Clube Náutico e Bertiandos, não é muito apropriado para se caminhar.

4. O que faria para melhorar Ponte de Lima?
Faria uma manutenção mais periódica nas ecovias, uma requalificação no espaço entre a capela de S. João e a ponte da auto-estrada e o alargamento da estrada entre a Expolima e Castro.

Olhares

Respeito à bandeira

O que anda na boca do povo...

"De grão te sei contar que em Abril não há-de estar nascido."

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Igreja da Nossa Senhora da Lapa

A Igreja de Nossa Senhora da Lapa é fundação do século XVIII, tendo sido terminada em 1768.
Situa-se no Largo da Lapa e foi erguida à custa de esmolas por devoção de D.Tristão de Meneses da casa da Freiria e do pároco da vila.

Ficou incompleta, prevendo-se que o que existe fosse a Capela mor do templo inicialmente projectado.

“O terreno foi cedido pelo Alcaide- Mor D. Tomaz de Lima que exigiu a colocação das suas armas como padroeiro dela, e que ainda hoje se conservam na fachada principal.”

No interior podemos ainda encontrar a imagem do santo negro S. Benedito que dava o nome à torre medieval da porta do santo.




Museu dos Terceiros

O Museu dos Terceiros é constituído por duas igrejas, a de Santo António dos Frades e a da Ordem Terceira de São Francisco, para além de edifícios anexos.



Situa-se ao longo da Avenida dos Plátanos e foi criado em 1974 com o objectivo de guardar e expor um significativo legado de arte sacra (arte relacionada com o sagrado e com o divino).



É incalculável o valor do recheio do Museu dos Terceiros, pois este possui um enorme património histórico – artístico - religioso, memórias religiosas da vida de um povo.


No Museu dos Terceiros podemos contemplar inúmeras imagens esculpidas, diante das quais no passado se fizeram muitas orações e promessas; relíquias preciosas, tais como objectos de rituais e diversas alfaias; ricos adornos e vestes sagradas.
Podemos ainda apreciar azulejos dos séculos XVI e XVII e pintura dos séculos XVI e XVIII.
Por fim, podemos admirar grandiosos mausoléus, belas capelas tumulares e simples inscrições de tampas sepulcrais, que nos falam de ponte-limenses que ficaram na história.

Olhares

O que anda na boca do povo...

"As manhãs de Abril são doces de dormir."

domingo, 26 de abril de 2009

O que anda na boca do povo. . .

"Abril frio, pão e vinho."

Olhares

Céu incoberto . .

Sabores . . .

CASTELOS DE COCO

INGREDIENTES:

125 grs. de farinha de trigo c/fermento
125 grs. de manteiga
125 grs. de açúcar
2 ovos
4 colheres de sopa de geleia ou um doce vermelho
60 grs. de coco ralado
1 colher de sopa de água cerejas em calda

COMO PREPARAR:

1.º Bata muito bem a manteiga amolecida com o açúcar até obter uma mistura esbranquiçada.
2.º Adicione os ovos batidos, bata mais um pouco e, por fim junte a farinha com a pitada de sal, mexa muito bem.
3.º Distribua a massa pelas as forminhas de pudim flan, untadas com margarina, até dois terços da altura e leve a cozer no forno moderado cerca de 20 minutos, até os bolos estarem louros.
4.º Retire do forno desenforme e deixe arrefecer.
5.º Depois de frios, pincele-os com o doce dissolvido com a água.
6.º Role os bolos no coco ralado.
7.ºDecore o topo com meia cereja e duas tirinhas de figo cristalizado.

Nota: Dá para 6 ou 8 bolos.

sábado, 25 de abril de 2009

A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak

A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak, é uma obra com um título muito apropriado para a semana em que comemorou o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de Abril).
Com um enredo que contraria o que se comemora hoje (35 anos a festejar o 25 de Abril! Viva a Liberdade, viva!), pois a repressão e a Guerra são os assuntos principais deste livro, Zusak escreveu uma história muito peculiar, a começar pelo narrador…

“Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar.

A Morte, narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos. Hans, o pintor acordeonista de olhos de prata, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen, e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou livros, para oferecer à rapariga que roubava livros, sobre as páginas de Mein Kampf recuperadas com tinta branca, ou ainda a história da mulher que convidou Liesel a frequentar a sua biblioteca, enquanto os nazis queimavam livros proibidos em grandes fogueiras.
Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.”
[Texto retirado da contracapa]

O que anda na boca do povo. . .

"Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado. Agosto, debulhar, Setembro, vindimar."

Olhares



sexta-feira, 24 de abril de 2009

Eventos

Dia 27:
  • Feira Quinzenal de Ponte de Lima.

Dia 30:

  • Festival de Tunas "Esgota Pipas", TUNESA da Esc. Superior Agrária de Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes, 21h30.

O que anda na boca do povo. . .

"Abril águas mil coadas por um funil."