quarta-feira, 25 de março de 2009

Olhares

Um pequeno conto de fadas . .

terça-feira, 24 de março de 2009

Olhares

Perspectivas fabulosas nos transmite o Rio Lima. .

O que anda na boca do povo. . .

Quem tudo quer, tudo perde.

Um limiano…

Nome: Miguel Barbosa Soares
Idade: 22 anos

1. Vive em Ponte de Lima?
Não, vivo em Coimbra. Mas venho frequentemente a Ponte de Lima.

2. O que mais gosta em Ponte de Lima?
Do rio e dos espaços verdes.

3. O que menos gosta em Ponte de Lima?
Penso que o hospital poderia estar melhor equipado, deviam existir fábricas que fabricassem e exportassem produtos limianos. Considero também que existe uma fraca dinamização do comércio local no centro histórico da vila e que faltam aliciantes para os jovens se fixarem na região. O rio também poderia estar mais cuidado, deveria-se dar mais atenção a ele.

4. O que faria para melhorar Ponte de Lima?
Apoiava mais as pequenas e médias empresas (PME) e organizava mais acontecimentos no centro histórico.
Divulgava ainda mais o concurso das janelas e varandas mais floridas e incentivava as pessoas a participarem oferecendo, por exemplo, um prémio monetário (mesmo que pequeno) a cada participante desde que mantivesse a varanda/janela florida durante o tempo estipulado.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Igreja de Nossa Senhora da Guia

Situa-se na margem esquerda do rio Lima, ao fundo da Avenida dos Plantámos.

Sensivelmente neste mesmo local existiu uma capela dedicada a São Vicente Mártir, cuja fundação se perdeu no tempo.
Entre o final do século 16 e o início do século 17 criou-se uma confraria consagrada ao culto de Nª Sª da Guia. Em 1628 contava já com mais de 300 confrades, todos clérigos e mercadores, estes apoderaram-se da capela, que se encontrava abandonada e em risco de ruir, devido aos estragos provocados pelo rio. Assim, a nova corporação resolveu transferi-la para terreno próximo, mas mais alto e afastado do rio.
A construção do novo templo consagrado a Nossa Senhora da Guia ocorreu entre 1629 e 1630. Em 1746, foi melhorado e acrescentou-se a galilé e a casa contínua para o capelão, para além disso, adquiriu-se também o órgão.

Possui uma arquitectura religiosa, sendo uma igreja seiscentista de nave única, precedida por galilé posterior, de linhas sóbrias, mas com elementos decorativos que rematam o frontespício (os volutões e os fogaréus) e no interior barrocos.

Possui a torre inacabada, rematada por pequena sineira.
Esteve sujeita a trabalhos de conservação devido a inundação.
No pavimento existem sepulturas com as datas de 1629, 1701, 1728 entre outras.

O que anda na boca do povo. . .

Do longe se faz perto.

Olhares

















Um horizonte explendido..

domingo, 22 de março de 2009

Sabores. . .

LAMPREIA À MODA DE PONTE DE LIMA

INGREDIENTES:
Para 6 pessoas
- 1,5 kg de lampreia;
- 2 dl de vinho maduro tinto;
- 2 dl de vinho verde tinto;
- 50 gr de presunto;
- 1,5 dl de azeite;
- 1 cebola grande;
- 1 ramo de cheiros(salsa, louro, 1 dente de alho);
- 1 colher de sobremesa de farinha;
- sal;
- pimenta;
- salsa picada;
- pão torrado.
COMO PREPARAR:

1.º Escalda-se a lampreia viva mergulhando-a em água a ferver (pode amarrar-se um fio à cabeça para melhor a poder retirar da água).
2.º Raspa-se a lampreia com uma faca para se retirar a camada viscosa que a envolve e esfregar-se com uma toalha de estopa.
3.º Depois de bem raspada, lava-se em água fria corrente e coloca-se numa tigela grande juntamente com os vinhos.
4.º Sem se retirar a lampreia da tigela, corta-se-lhe a cabeça.
5.º Em seguida faz-se um corte ao longo dos três últimos orifícios inferiores.
6.º Faz-se um outro corte na região anal, contornando o orifício que existe junto à cauda, tendo o cuidado de não furar o tubo digestivo ou tripa para que o conteúdo deste não vá estragar o vinho e o sangue da lampreia que escorreu para o recipiente.
7.º Retira-se em seguida rápida e cuidadosamente a tripa inteira.
8.º Corta-se a lampreia em postas de 4 a 6 cm, que se introduzem no sangue com os vinhos, e tempera-se com sal, pimenta e o ramo de cheiros.
9.º Deixa-se nesta marinada cerca de 1 hora.
10.º Pica-se a cebola e leva-se ao lume num tacho com o azeite a alourar levemente; juntam-se as postas de lampreia escorridas, o presunto cortado em dados e deixa-se refogar durante 10 minutos.
11.º Em seguida rega-se com a marinada, na qual se desfez previamente a farinha.
12.º Coze-se em lume brando durante cerca de 20 minutos, tendo o cuidado de mexer de vez em quando.
13.º Quando a lampreia estiver cozida, retira-se do tacho e deixa-se apurar o molho mais 10 minutos.
14.º Passa-se por um passador para um outro tacho e junta-se novamente a lampreia.
15.º Leva-se ao lume para aquecer.
16.º Numa travessa colocam-se as fatias de pão torrado cortadas em quadrados e sobre cada uma delas põe-se uma posta de lampreia.
17.º Rega-se com o molho, polvilha-se com salsa picada e serve-se acompanhado de arroz.
18.º À volta dispõem-se triângulos de pão torrado.

Olhares


O que anda na boca do povo...

"Quem tem esperança sempre alcança."

sábado, 21 de março de 2009

A cidade dos deuses selvagens, Isabel Allende

“Ao adoecer a sua mãe, o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó Kate, numa expedição da Internacional Geographic à selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu e que os indígenas chamam “a besta”.
Outros membros da expedição, dirigida por um petulante antropólogo, são dois fotógrafos norte-americanos, uma bela médica, um guia brasileiro e a sua surpreendente filha Nadia, com quem Alexandre trava uma amizade especial. Entre as missões da expedição está também a de vacinar os escorregadios índios, conhecidos como “o povo do nevoeiro”.”
[Sinopse retirada da contracapa]

Em A cidade dos deuses selvagens, Isabel Allende explora padrões de cultura, crenças e cerimónias dos nativos da amazónia, tais como os rituais de transição dos rapazes, da infância para a idade adulta, o isolamento dos brancos, a hipótese da poligamia, as cerimónias funerárias, o costume dos homens fumarem para entrarem em transe e poderem estabelecer contacto com os espíritos, as hierarquias entre as tribos, entre outros.
[Retirado daqui]
E, alertando para a desflorestação da Amazónia e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do Amazonas, como consequência directa da exploração desenfreada e irresponsável praticada pelos brancos, a autora pretende ainda sensibilizar os leitores a oporem-se a estes problemas.

A cidade dos deuses selvagens é uma viagem repleta de perigos, mistérios e espectaculares surpresas, onde o real e o sonho se fundem e transformam-se num só.

A escritora chilena Isabel Allende, utilizando um discurso fluido, ainda que com um vocabulário um tanto rebuscado, escreveu uma obra que agradará, não só ao público juvenil, como aos restantes leitores.

Olhares


O que anda na boca do povo...

"Quem tem boca vai a Roma."

sexta-feira, 20 de março de 2009

O que anda na boca do povo...

" Uns dando, mais enriquecem, outros roubando, empobrecem."

Olhares